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Título 5

Aos 18 anos, Hospital Mário Covas anuncia radioterapia e cuidados paliativos

Ao completar 18 anos no dia 20 de novembro, o Hospital Estadual Mário Covas está próximo de registrar o milionésimo paciente, o que representa mais de um terço da população da Região do ABC. Nesse período foram feitas dezenas de milhares de cirurgias, além de milhões de procedimentos. Hoje, o Hospital está, de acordo com registros da Secretária de Estado da Saúde, entre unidades administradas por OSS (FUABC) a com melhor resolutividade do estado  no  tratamento dos pacientes. 

Perto de completar a maioridade, o Hospital Mário Covas tem aprovação de mais de 90% dos pacientes como aponta pesquisa padrão do atendimento de saúde e tem reconhecimento pelos bons serviços prestados em toda a Região.  Referência em ortopedia e oncologia em procedimentos de alta complexidade, a instituição chega aos 18 anos com certificação de qualidade ONA em seu nível mais alto e participa de processo para a conquista da certificação internacional Qmentum.

Com uma equipe de profissionais qualificados em todas as áreas e desenvolvendo as atividades de Hospital Escola e Universitário, a busca do conhecimento, aperfeiçoamento e humanização são uma constante, se constituindo em circulo virtuoso permanente para a melhoria da assistência à saúde e segurança do paciente. Seguindo esse princípio, a direção do Hospital prevê o funcionamento de dois novos setores para 2020,  a radioterapia e a unidade de cuidados paliativos.

Ao comemorar o aniversário do Hospital, o superintendente do Hospital, prof. Dr. Desiré Carlos Callegari, em seu segundo mandato, anuncia que a previsão para início do serviço de radioterapia, em três turnos, é abril de 2020. Atualmente o SUS não dispõe de equipamento próprio para este serviço no ABC.  Outro projeto para o primeiro semestre, se confirmados os  investimentos necessários, é a implantação da unidade de cuidados paliativos.

O projeto da radioterapia, com investimento federal de aproximadamente R$ 5 milhões na construção do prédio e equipamento de radioterapia, para tratamento dos pacientes com câncer está em fase de conclusão ao lado do Hospital. Já o projeto de cuidados paliativos é uma proposta do Hospital Estadual Mário Covas e deverá ser implantado em espaço no primeiro andar e investimento de R$ 1,3 milhão do Estado, proporcionando um atendimento humanizado e direcionado aos pacientes e familiares. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comemoração

Além das atividades internas e homenagens prestadas na Câmara Municipal de Santo André aos funcionários do Hospital no dia 6 de novembro, o aniversário do HEMC será comemorado com  jantar por adesão programado para o próximo dia 19, terça-feira.  Na oportunidade além de destaques relativos aos 18 anos de atividades, acontecerá a confraternização de final de ano dos colaboradores.

 

História

Em 20 de novembro de 2001, foi estabelecido um marco na assistência médica na Região do ABC com a inauguração do Hospital Estadual Mário Covas. A história começou com a construção do Hospital Regional de Clínicas em 1978, interrompida por falta de recursos. O esqueleto foi abandonado em 1981 na área de 140 mil m2 no Bairro Paraíso, em Santo André. Após 18 anos, em 1998, e diante do inconformismo da população e da sociedade civil que se reuniu para abraçar o prédio abandonado, o então governador Mário Covas assumiu o compromisso de concluir a obra que mudou o quadro do serviço médico na Região do ABC.

Com a participação e apoio da comunidade e entidades representativas, o Hospital começou a funcionar em 2001 sob a administração da Fundação do ABC, tendo como primeiro superintendente o dr. Geraldo Reple Sobrinho. Em abril de 2002, a assistência foi ampliada e se consolidou com a realização de cirurgias.

 O esqueleto, que por quase duas décadas se constituiu em cenário urbano de Santo André, ganhou corpo e foi transformado para o início do trabalho de atendimento ambulatorial e  cirúrgico. No início foram disponibilizados 56 novos leitos nas clínicas, além de 14 vagas de UTI. Hoje temos 306 leitos, dos quais 57 são de UTI e 44 complementares.  Ao longo de 18 anos esse quadro mudou e foi necessário empenho, competência e dedicação para consolidar um dos mais importantes equipamentos de saúde do Estado de São Paulo.